Entre as oportunidades estão substituição de motores e automatização de sistemas

Por definição, eficiência energética é a relação entre a quantidade de energia empregada em uma atividade e aquela disponibilizada para sua realização. Mas o que isso representa na prática? Uma alternativa real de preservação de investimentos e ganhos em curto prazo. Na Indústria de Móveis Henn, a aplicação de uma solução para Filtro de Mangas, fornecida pela WEG, resultou em redução de 194.922 kWh/ano, permitindo um payback de seis meses. Para a WEG, “eficiência energética” é sinônimo de “Redução do Custo Operacional”, já que as despesas com energia elétrica representem cerca de 4% do custo direto de produção, sendo a força motriz responsável por 70% de todo o consumo dessa energia na indústria. A companhia passou a contar recentemente com um Centro de Negócios de Eficiência Energética (CNEE) dedicado a projetos que otimizem o consumo de energia na indústria.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima um potencial de economia de energia, só em força motriz, de 12%. “As oportunidades estão ligadas à substituição de motores, automatização de sistemas, adequação da potência e à definição de critérios para recuperação ou substituição de motores”, afirma Leandro Ávila, coordenador do CNEE. Com o CNEE, a companhia passa a entregar a solução completa para o cliente, em formato turnkey, com instalação e avaliação dos resultados segundo Protocolo Internacional de Medição e Verificação de Performance (PIMVP). A medição do consumo é realizada antes e depois da aplicação para assegurar os resultados mensurados.

Desde os anos 90, a companhia desenvolve equipamentos eficientes, com destaque para o motor com o maior rendimento do mercado, o W22 Premium, que possui níveis acima daqueles definidos pela Lei de Eficiência Energética Nº 10.295. Somente em 2012, foram 63 projetos em clientes finais, 33 em conjunto com parceiros e 8 com OEMs. Conforme o executivo, 70% dos motores apresentavam oportunidades de substituição de motores, com economia média de 9,3% no consumo de energia. Mais de 20% possuíam potenciais de automação, o que elevou a redução para 30%. Os equipamentos com maiores ganhos atingiram 50 a 60% de economia. Entre os diferenciais está o Plano de Troca, que incentiva a substituição de motores antigos como parte do pagamento de um equipamento eficiente.

Pré-diagnóstico avalia oportunidades em redução de custos

A atuação ocorre de acordo com um novo formato de projeto, dividido em sete etapas: Pré-Diagnóstico, Proposta de Serviço, Diagnóstico, Proposta Comercial de Produtos, Implantação, Medição e Verificação. O centro de negócios propõe um pré-diagnóstico abrangente que leva em conta todas as oportunidades em eficiência. “Entramos no cliente com a visão ISO 50.001:2011, identificando oportunidades que contemplam outros insumos além da energia elétrica, com a possibilidade de incluir parceiros no projeto. A questão central é como a empresa vai atuar para reduzir custos e energia a patamares eficientes?”, explica o coordenador. A WEG é a primeira empresa brasileira a conquistar a norma internacional ISO 50.001:2011 que representa as melhores práticas em gestão de energia.

De acordo com Ávila, o rápido retorno sobre o capital investido leva em conta apenas a economia de energia, mas os ganhos vão além, impactam na vida útil de equipamentos, redução dos custos de manutenção e segurança no processo. “Os resultado é maior confiabilidade de produção, uniformidade do processo, melhoria da qualidade do produto e redução de ruído”, cita.

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